A partir do dia 6 de julho, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde, dará início à Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2026, considerada o maior levantamento sobre as condições de saúde da população brasileira e a avaliação dos serviços de saúde no país.
A pesquisa será realizada por meio de entrevistas presenciais em domicílios selecionados aleatoriamente, além da aferição de peso, altura e pressão arterial de um morador escolhido em cada residência.
A principal novidade desta edição é que uma subamostra de domicílios da Região Metropolitana de São Paulo, incluindo a capital, também participará da coleta de material biológico (sangue e urina). Os exames serão realizados por técnicos de enfermagem de laboratórios contratados pela Rede DASA/Hospital Albert Einstein.
Serão analisados indicadores como colesterol, creatinina, hemoglobina glicada, sódio, potássio, ácido úrico, presença de chumbo e mercúrio, além de sorologia para Chikungunya. Os participantes poderão acessar posteriormente seus resultados por meio de uma plataforma exclusiva, utilizando login e senha.
Segundo o IBGE, a PNS 2026 permitirá comparar o cenário atual da saúde da população com os dados de 2019, antes da pandemia de Covid-19, ajudando a avaliar os impactos do período pós-pandemia.
Em São Paulo, 7.845 domicílios serão visitados em áreas urbanas e rurais por cerca de 200 entrevistadores. A coleta seguirá até novembro, com possibilidade de prorrogação até dezembro.
Entre os temas abordados estão condições de moradia, acesso aos serviços de saúde, planos de saúde, saúde da criança, da mulher e do idoso, doenças crônicas e transmissíveis, saúde bucal, estilos de vida, atividade sexual e situações de violência.
O IBGE reforça que todas as informações prestadas são protegidas pelo sigilo estatístico, garantindo a privacidade dos participantes.





